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Semana de Telemedicina: é possível avaliar a queixa de falta de ar em teleconsultas?



A nova infecção pelo coronavírus (Covid-19) vem alterando a dinâmica da assistência a pacientes pelas suas características epidemiológicas. Com alta transmissibilidade, a doença forçou no mundo inteiro medidas de isolamento social, de modo a reduzir o seu contágio. Nesse sentido, orientações técnicas por parte do Ministério da Saúde e de conselhos profissionais passam a respaldar e autorizar, temporariamente, a telemedicina: consultas à distância, seja por telefone, seja por vídeo.

Esse tipo de atendimento é recomendado para grande parte dos casos de Covid-19, uma vez que a maioria dos pacientes com essa doença apresenta-se com sintomas leves e autolimitados. Permite-se, portanto, que o paciente seja atendido sem sair de casa, reduzindo assim a circulação do vírus.

Saiba mais: Telemedicina durante pandemia do coronavírus: quais resoluções devem ser seguidas?

Anamnese na telemedicina
Muitos dados da anamnese, e até alguns do exame físico, podem ser colhidos com bom grau de confiabilidade em consultas à distância. No entanto, um dos principais sintomas característicos da doença que podem indicar gravidade, a “falta de ar”, pode ser consideravelmente subjetivo. Pacientes podem referir essa queixa quando sentem desde um discreto cansaço até uma dispneia a médios ou pequenos esforços.

Assim, para que a consulta à distância possa cumprir com o objetivo de diferenciar casos leves de casos graves, como seria possível avaliar a queixa de falta de ar de maneira confiável?

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